terça-feira, 12 de outubro de 2010

CÂMERA FUJI FINEPIX S1800

Fujifilm FinePix S1800
 
Máquina digital Fujifilm FinePix S1800 - Frente - Cortesia da Fujifilm, editada pelo Câmera versus Câmera Máquina digital Fujifilm FinePix S1800 - Costas - Cortesia da Fujifilm, editada pelo Câmera versus Câmera
Avaliação - Prós x Contras
B. C. Deiró (7 de maio de 2010)
A Fuji continua surpreendendo com sua linha de câmeras tipo avançado e de superzoom a preço econômico. Por menos de R$ 1.000, a Fujifilm FinePix S1800 ostenta ainda mais recursos que suas irmãs mais velhas, a Fuji S1500 e a Fuji S2000HD: veja abaixo alguns de seus diferencias. Dirigida a usuários de nível avançado que desejam praticar os controles criativos da exposição, vem também recheada de automação para os que preferem deixar os ajustes por conta da câmera.
  Prós
. Sensor de 12 MP - fotos de até 26 x 34 cm, qualidade profissional de impressão. Lente de zoom óptico 18x e ângulo largo (28 mm) favorece todo tipo de composição. Grande monitor LCD de 3 polegadas e de boa qualidade (230.000 pontos). Estreita aproximação do objeto na macrofotografia: 2 cm. Flash pop-up atinge 8 metros, o que capacita a câmera na cobertura de eventos noturnos. Grava vídeos HD (1280 x 720, 30 fps) com até 15 minutos de duração (ou 2 GB) e zoom. A Fuji S1800 detecta faces, sorrisos, piscadas; reconhece e se adapta a diferentes tipos de   cenas, cria panorâmicas e seu sistema de foco segue objetos em movimento. Destaques nesta faixa de preço, mas comuns em câmeras avançadas: estabilizador óptico,   visor EVF, controle total da exposição, modos de prioridades da abertura e da velocidade, etc.. Econômica, tira aprox. 500 fotos por carga de baterias NiMH, segundo a Fujifilm
  Contras
Não possui saída HDMI: para conectar à aparelhos HD é preciso adquirir acessório opcional. Memória interna de 23 MB. Se não vier com cartão, sugerimos comprar um com a câmera. Recursos desejáveis em câmeras avançadas, ausentes na Fuji S1800 mas raros nesta   faixa de preço: sapata para flash externo, ajuste de dioptrias, produção de arquivos RAW.

sábado, 19 de junho de 2010

MUDANÇA NA CARREIRA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO EM MG

Proposta do Governo de Minas para a Educação

14/06/2010

O Governo propõe as seguintes medidas visando melhorar o padrão remuneratório de todos os servidores públicos da educação de Minas Gerais.
  • Implantar, na área de educação, a remuneração mensal por meio de SUBSÍDIO, fixado em parcela única, nos termos previstos nos §§ 4° e 8° do Art. 39 da Constituição da República, respeitado o critério de habilitação profissional, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo
  • Incorporar ao subsídio todas as gratificações e vantagens.
  • Reestruturar as carreiras atuais de modo a adequá-las às novas regras de remuneração.
  • Elaborar tabelas de subsídios cujos valores de ingresso tornem atraentes as carreiras da educação e valorizem os servidores que já se encontram em exercício.
  • Elaborar tabela de subsídio específica para Analistas Educacionais que exercem as atribuições de Inspetor Escolar.
  • Criar nova carreira para os professores da educação básica estruturada em níveis e graus e com a opção de jornada de 30h, cujo primeiro nível exija a formação em Licenciatura Plena.
  • Criar um quadro especial para posicionar os professores com formação de nível médio e com formação em Licenciatura de Curta Duração.
  • A remuneração dos professores com formação de nível médio será igual a 85% do subsídio ficado para o nível I da carreira de professor da educação básica e igual a 90%, para o caso dos professor com formação em Licenciatura Curta.
  • Após o nível da carreira que exige formação escolar em nível de especialização, deverá ser introduzido um nível em que serão posicionados os professores aprovados em exame de certificação ocupacional.
  • Na jornada de 30h deverão ser ministradas 20ha, 5h serão cumpridas com atividades na escola e 5h serão destinadas a planejamento e estudos.
  • Na jornada de 24h deverão ser ministradas 18ha, 2h serão cumpridas com atividades na escola e 4h serão destinadas a planejamento e estudos.
  • Os professores posicionados na nova carreira terão prioridade para EXTENSÃO  e INTEGRALIZAÇÃO de jornada.
  • As regras de movimentação nas carreiras permanecem as mesmas.
  • O posicionamento nas novas carreiras não poderá resultar em prejuízo financeiro ao servidor. Fica garantido um aumento mínimo de 5% no processo de mudança para a nova carreira.
  • Todos os servidores deverão ser posicionados nas novas carreiras e terão 3(três) meses para optar pelo retorno à carreira antiga,  preservando as suas gratificações e vantagens.
  • Periodicamente, o servidor que optar pela carreira antiga poderá voltar para a nova carreira, se assim o desejar. Neste caso, essa segunda opção será definitiva.
  • Caso a remuneração correspondente ao nível e grau em que o servidor venha a ser posicionado na nova carreira seja inferior à sua remuneração total acrescida de 5%, fica assegurada ao servidor, ao aposentado e ao pensionista a percepção da diferença a título de Vantagem Pessoal Temporária Incorporável – VPTI.
  • Os valores da VPTI deverão ser incorporados, a cada reajuste do subsídio, revisão, reestruturação de carreira, promoção ou progressão na carreira, de forma a serem integralmente incorporados no prazo de 10(dez) anos, na forma do regulamento.
  • Quando as deduções sucessivas de parcelas da VPTI atingir o seu valor integral, o servidor deixará de percebê-la.
  • O reposicionamento do servidor preservará  a jornada atualmente cumprida.
  • As escolas deverão mudar, posteriormente, a jornada dos professores para 30h, respeitadas as diretrizes da SEE.
  • Todos os regentes de turma que permanecerem na nova carreira, e estiverem na docência, terão o direito de mudar a jornada de trabalho para 30h. Enquanto estiverem afastados da docência, permanecerão na jornada de 24h.
  • O posicionamento nas novas carreiras considerará a contagem de tempo até o mês anterior, para a aquisição dos direitos e vantagens previstos nos dispositivos constitucionais ou em lei.
  • O servidor será reposicionado, por meio de decreto, na estrutura da nova carreira observando:
    • a escolaridade exigida para nível de posicionamento;
    • o tempo de efetivo exercício na Secretaria de Estado de Educação;
    • a remuneração efetivamente percebida pelo servidor.
Conheça as propostas de tabelas para as diversas carreiras:

TABELA DE SUBSÍDIO 2
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TABELA DE SUBSÍDIO 3
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TABELA DE SUBSÍDIO 4
TABELA DE SUBSÍDIO 5
TABELA DE SUBSÍDIO 6.
Arquivado em: Grupo de Trabalho SEE - Seplag - Sind-UTE — admin @ 18:00

Proposta inicial é apresentada pela SEE em reunião do Grupo de trabalho

10/06/2010

Durante a reunião de hoje foi apresentada a proposta inicial que prevê melhorias na carreira dos servidores da Educação.  A mesma apresentação foi feita para membros de outras entidades representantivas dos profissionais da Educação no final da tarde. Participaram da reunião a Associação de Professores Públicos de Minas Gerais (APPMG), Associação Mineira de Inspetores Escolares (AMIE), Associação Mineira de Supervisores Pedagógicos (AMISP), Associação de Diretores de Escolas Oficiais de Minas Gerais (Adeomg), Colegiado de Diretores e Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG).
Arquivado em: Grupo de Trabalho SEE - Seplag - Sind-UTE — admin @ 18:44

SEE apresenta perfil remuneratório dos servidores da Educação

08/06/2010

Hoje pela manhã, o secretário-adjunto de Estado de  Educação João Antônio Filocre, que preside a comissão formada para estudar melhorias na carreira dos servidores da Educação, apresentou  relatório com o perfil remuneratório dos profissionais da Educação de Minas Gerais aos demais membros do Grupo de Trabalho composto por representantes do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) e da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag). A mesma  apresentação foi feita para membros de outras entidades representantivas dos profissionais da Educação no período da tarde. Estiveram presentes a Associação de Professores Públicos de Minas Gerais (APPMG), Associação Mineira de Inspetores Escolares (AMIE), Associação Mineira de Supervisores Pedagógicos (AMISP), Associação de Diretores de Escolas Oficiais de Minas Gerais (Adeomg), Colegiado de Diretores e Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG).
O relatório servirá de base para o estudo que viabilizará a modificação dos vencimentos básicos e alteração do padrão remuneratório da carreira da Educação.
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domingo, 23 de maio de 2010

Professores de MG decidem manter greve iniciada em 8 de abril

Categoria diz que estado não respeita piso salarial nacional.


Professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais decidiram manter a greve iniciada em 8 de abril. Para os grevistas, o Estado ainda não implementou o piso salarial nacional. Uma nova assembleia será realizada em 25 de maio.
   Para o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e outras entidades que representam os professores, o valor do piso deveria ser de R$ 1.312, considerando correções de janeiro de 2009 e do mesmo mês de 2010.  O valor que vigora no país desde 1º de janeiro deste ano é de R$ 1.204, de acordo com a lei 11.738, de 16 de julho de 2008, e entendimento da Advocacia Geral da União (AGU), de dezembro de 2009.
   A Secretaria Estadual de Educação afirma que o menor salário dos professores em Minas Gerais é de R$ 850, para jornada de 24 horas semanais. Com o reajuste, em maio oseducadores passaram a receber R$ 935. Para a secretaria, esse valor é proporcional ao piso nacional, que é de 40 horas semanais.
   O governo estadual afirma ainda que não pode conceder reajuste salarial para não ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
   Em 4 de maio, o Tribunal de Justiça considerou a greve ilegal e determinou o retorno imediato às aulas. Segundo o tribunal, o desembargador Wander Marotta entendeu que a interrupção do serviço público de educação vai contra a garantia constitucional do ensino público regular e coloca em risco a qualidade. Foi fixada uma multa diária no valor de R$ 10 mil, ficando limitada a R$ 500 mil.Tudo que o governo afirma é mentira,pois sou professor de Geografia na rede estadual,atualmente trabalho na EE"José Albino Leal"em Pedra do Anta e brevemente estarei disponibilizando o meu contra-cheque aqui no blog para provar que  o governo mente.

sábado, 22 de maio de 2010

Confira guia básico sobre a TV Digital


Os modelos considerados topo de linha começarão a ser vendidos apenas em setembro Leia mais Foto: Divulgação
 Tem se falado em TV Digital, mas por ser um assunto novo (e caro), o termo tem gerado muitas dúvidas. Preparamos um guia para você entender um pouco melhor essa nova tecnologia.
Mas o que é a TV Digital, afinal de contas?
Quando se fala em TV Digital, estamos nos referindo ao modo como o sinal de TV é codificado e transportado, pelo ar, desde a emissora até nossa casa. No método antigo, analógico, a informação de luz da imagem (de claro a escuro), a informação de cor e o som são transformados diretamente em sinais de rádio.
O "movimento" no sinal de rádio reflete exatamente o movimento na imagem. Isso quer dizer que as interferências do meio ambiente, que atacam o sinal de rádio, atacam também a informação de vídeo que está sendo transportada por ele. É por isso que vemos alterações nas cores, chuviscos e fantasmas quando o sinal está ruim. Isso é válido tanto para a TV captada por antenas como para a TV a cabo.
No caso da TV Digital, a imagem é transformada em números primeiro e depois esses números é que são transformados em sinais de rádio. Com isso, o sistema passa a ser praticamente imune a interferências, porque seu aparelho de TV em casa consegue entender o código numérico que está chegando, mesmo que a recepção esteja ruim. Como resultado, a imagem e o som são sempre límpidos.
A "digitalização" da transmissão está ainda no início e, por enquanto, priorizará imagem e som de maior qualidade. Mas, no futuro, a TV digital deve ganhar seu principal aliado: interatividade. Desta forma, com seu controle remoto, você poderá acessar informações complementares aos programas que estão sendo exibidos, alternar entre diferentes câmeras em um evento esportivo ou trocar o idioma da legenda de um filme, por exemplo.
Onde encontro canais de TV Digital?
Ao contrário do que muitos acreditam, a TV digital é uma tecnologia independente de "mensalidades". Isso quer dizer que não é só nos canais por assinatura que podemos ter TV Digital - existem canais abertos (como Globo, SBT, Record) que transmitem seus programas no formato digital, de graça. Basta ter uma antena, da mesma forma que na TV analógica, que também precisa de antena. As duas antenas são diferentes, entretanto - consulte o manual de seu televisor, ou do conversor de TV Digital.
Trocando em miúdos, isso quer dizer que você não precisa pagar para ter acesso aos canais com o sinal digital. Ele está de graça à disposição do público, nos chamados "canais de TV aberta". A única obrigatoriedade é que você precisa possuir um televisor e uma antena capazes de recebê-lo.
As operadoras de cabo também oferecem o sinal digital. Aí sim, é preciso pagar pra assisti-los. Mas lembre-se: a mensalidade não está sendo cobrada porque o canal é digital e sim porque você está assistindo a conteúdo exclusivo. E atenção: nem todas as cidades do Brasil possuem sinal digital! Consulte a sua emissora local antes de comprar um aparelho! A sua TV de tubo, analógica, que já o serve há 20 anos ainda pode ser sua companheira por mais alguns.
Mas, o que significa ter um televisor capaz de receber o sinal digital? 
Essa é outra pergunta bastante frequente. As pessoas pensam que pra assistir TV Digital terão que trocar de televisor e jogar fora o antigo. Isso é mentira. Os televisores mais antigos são, é verdade, apenas compatíveis com o sinal analógico, sendo incapazes de, sozinhos, receberem o novo sinal digital. Mas há uma saída: basta comprar um conversor. Há diversos conversores no mercado (tinyurl.com/conversor-TVdigital), com preços e recursos distintos. Futuramente falaremos mais especificamente a respeito dos conversores.
O que muitas fabricantes já tem feito é embutir, em seus modelos mais recentes de televisores analógicos, os tais conversores. Assim, mesmo que você não queira comprar uma TV "moderninha", já nativamente digital e bem cara, pode comprar uma TV de tubo ou LCD mais baratinha e que já possua o conversor.
Então, são três opções para ter TV Digital em casa:
1. Manter seu televisor antigo e só comprar um conversor (que é uma caixinha que vai ligada entre a antena e o aparelho de TV);
2. Comprar um televisor novo, que já seja compatível;
3. Assinar uma TV por assinatura que já ofereça a nova tecnologia.
Nas opções 1 e 2, você não paga mensalidade: as TVs são abertas e têm os mesmos programas que você já assiste hoje, na TV aberta analógica. Então não se preocupe, você vai continuar assistindo à sua novela no mesmo horário.
Na opção 3 você tem mais opções, mas vai desembolsar um dinheirinho no fim do mês - é preciso levar isso em conta. Se você está pensando em comprar um novo aparelho de televisão, pense em adquirir um que já possua este recurso - e cuidado para não comprar por engano um que não possua. A previsão do Ministério das Comunicações, que regulamenta a transmissão de sinal televisivo, é de que em 2016 a transmissão do sinal analógico de TV seja encerrado.
Mas e a tal de alta definição, é a mesma coisa que TV digital? 
Atenção: esse é o engano mais comum de todos.
TV digital e alta definição (HDTV) NÃO SÃO a mesma coisa.
A TV digital, como vimos, é o método, a tecnologia usada para transportar o sinal de televisão desde a emissora até a nossa casa. É um método moderno e menos propenso a sofrer com as interferencias. Mas na TV digital podemos transportar tanto programas de baixa definição como de alta.
Já a alta definição é outra coisa. Definição é a quantidade de detalhes que há na imagem. Uma imagem de baixa definição é aquela em que, se você olhar de perto, não vai conseguir enxergar os contornos dos objetos mais distantes ou de tamanho pequeno. Já na imagem de alta definição, esses detalhes são perfeitamente visíveis.
Um bom exemplo da diferença de alta e baixa resolução está no filme Casino Royale, de James Bond. Há uma cena em que o mar aparece ao fundo, bem distante. Quando visto em resolução normal, o mar aparece apenas como um azul contínuo. Na versão de alta definição do filme, é possível ver perfeitamente as ondas, embora elas se jam minúsculas em relação à ação que ocorre em primeiro plano.
Para mostrar a imagem em alta definição, um televisor HD (High Definition) divide a imagem em mais linhas. A televisão tradicional, de baixa resolução, mostra apenas 525 linhas. A alta definição básica (nos televisores marcados como HD ou HD-Ready) eleva a quantidade de linhas para 720. Na alta resolução completa, chamada de Full-HD, o número de linhas sobe para 1080.
Ou seja, mesmo com uma imagem e som melhores, ao adquirir um conversor de TV digital para um televisor que não seja de alta definição, você não verá o conteúdo em HD. Sua TV velha, com o conversor de TV Digital, será livre de fantasmas e chuviscos, mas a resoluçao continuará baixa.
É preciso um televisor de alta definição, desses mais novos, para ver programas em HD. Quando for comprar, certifique-se de que o aparelho seja HD-Ready ou Full-HD. Isso, é claro, se desejar conteúdo em alta definição. Caso isso não seja importante para você, uma TV mais barata, não-HD, é mais vantagem.
Resumindo: TV Digital refere-se ao transporte da imagem desde a emissora até sua casa. Alta Definição é a quantidade de detalhes que a imagem consegue mostrar. São duas coisas que andam juntas, mas são coisas distintas.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

ADRIANE GALISTEU E ROBERTO CARLOS

Galisteu negocia com a Globo liberação de sua entrevista com Roberto Carlos


Adriane Galisteu está feliz da vida. Depois de 15 anos de carreira, a apresentadora do Toda Sexta, exibido pela Band, conseguiu entrevistar Roberto Carlos. A gravação aconteceu em Punta Del Este, balneário mais famoso do Uruguai.

Fã mais do que assumida do Rei, Galisteu confessou que ficou supernervosa quando deu de cara com o cantor nos estúdios. Visivelmente encantada, Adriane citou, por vezes, que o admira muito e estava muito emocionada, pois era um sonho entrevistá-lo.

Em alguns momentos, sem saber que estava sendo gravada, a apresentadora comentou sobre sua ansiedade, chegando até a pedir água para a produção, porque estava com a boca seca. Após a entrevista, Adriane não escondeu a felicidade e disse, eufórica: “Eu consegui”!